Invertendo os papéis na sala de aula

Alunos resolvendo problemas na sala de aula.

Alunos se preparando para explicar a solução dos problemas em sala de aula.

A maior disponibilidade de aulas de universidades como o MIT e Stanford online (veja, por exemplo, o Veduca) tem trazido novo ímpeto à discussão do papel do professor na sala de aula. Cursos online têm a capacidade de atingir um público muito mais amplo do que era possível antes, a baixo custo, com a possibilidade de revolucionar e democratizar o ensino superior.

Ao mesmo tempo, argumenta-se que o papel do professor nesse novo cenário se torna ainda mais essencial. Em artigo no “The Chronicle of Higher Education”, Pamela Hieronymi argumenta que “educação não é a transmissão de informações ou ideias. Educação é o treinamento necessário para fazer uso das informações e ideias.” Além disso, ela acrescenta: “Educadores são treinadores, personal trainers em fitness intelectual.”

Um dos exemplos mais claros da oportunidade criada nesse novo cenário é a inversão de papéis na sala de aula. O conceito consiste em inverter a estratégia das aulas, fazendo os alunos assistirem a vídeos ou escutarem podcasts em casa, para então discutir mais profundamente o assunto ou trabalhar com exercícios na sala de aula, sob a orientação do professor.

Há algum tempo tenho experimentado um pouco esse conceito e é isso que gostaria de compartilhar e discutir nesse artigo.

Contexto

Para colocar a discussão em contexto, as turmas para as quais tenho dado aulas são pequenas, com cerca de 10-20 alunos apenas, como por exemplo em disciplinas de Mecânica Clássica e Física Matemática para alunos de bacharelado em Física ou áreas relacionadas (Matemática, Engenharia, etc.).  A classe se reúne três vezes por semana para aulas de 50 min.

Motivação

Minha motivação para tentar encontrar uma forma alternativa de aula é a absoluta falta de resultado das chamadas “aulas tradicionais” ou expositivas. Os principais problemas que encontro são os seguintes:

  • O aluno em geral entra em contato com o material pela primeira vez na sala de aula. É muito difícil para o aluno acompanhar a explicação sem uma preparação prévia. Em uma classe com diversidade grande de formação, alguns alunos simplesmente não conseguem acompanhar, enquanto para outros algumas aulas chegam a ser quase banais.
  • Como o material é apresentado pela primeira vez na sala de aula, muito tempo é gasto repetindo coisas que o livro explica bem; sobra pouco tempo para discutir exemplos e a relevância dos tópicos discutidos, ou fazer demonstrações.
  • Os alunos em geral não estão engajados; ficam lá sentados com olhar perdido. É muito cômodo sentar na sala de aula sem se envolver intelectualmente. Se você duvida, tente explicar alguma coisa e fazer uma pergunta  10 min depois. Poucos conseguirão repetir o que foi dito.
  • Quando as listas de exercício são resolvidas em casa, o aluno não tem com quem tirar dúvida. Poucos consultam o professor fora da sala de aula para tirar dúvidas; suspeito que a maioria busca a solução na internet. (Senão, como explicar listas de exercícios perfeitas e notas de exame baixas?) Corrigir essas listas é uma perda de tempo, pois poucos tentam aprender com os erros e muitas vezes as listas são simplesmente cópias.
  • Muitas vezes os problemas são resolvidos de forma mecânica, sem o aluno entender como a solução funciona ou o seu significado.

Invertendo os papéis

Para fugir dessa aula tradicional, tento inverter os papéis na sala de aula. Os alunos leem o livro e tentam resolver os problemas em casa. Na sala de aula, discutimos as soluções e a implicação dos resultados, vemos simulações no computador, etc. E o mais importante: são os próprios alunos que apresentam as soluções enquanto eu faço as perguntas para os que estão apresentando ou para os que estão assistindo, para tentar mantê-los engajados.

O sistema que tenho usado consiste no seguinte:

  1. Para cada aula dou as seguintes tarefas (com 2-3 dias de antecedência): ler as seções pertinentes do livro e tentar resolver uma série de problemas. Veja a ênfase em “tentar”. O objetivo não é ter uma solução perfeita, mas desenvolvê-la o máximo possível. A escolha dos problemas deve ser cuidadosa para que a discussão seja pertinente.
  2. Na sala de aula, escolho alunos para explicar a solução dos problemas ou peço voluntários. (Em geral eles demoram 5-10 min para escrever as soluções. Depois a discussão começa. Peço para eles pularem as passagens mais óbvias e destacarem as partes principais.)
  3. Ao invés dos alunos fazerem perguntas, eu faço as perguntas: “Por que isso funciona? O que está acontecendo? Essa solução está correta? Qual o significado dessa solução?” Essas perguntas são direcionadas não apenas ao aluno apresentando o problema, mas aos que estão assistindo também. Se há algum ponto a ser discutido mais profundamente, às vezes peço para alguém ir para a lousa dar a explicação mais detalhadamente.
  4. Nos últimos 10-15 min da aula, apresento uma visão geral do que vai ser o tópico da próxima aula.
  5. Dou pontos de participação por dois fatores: presença na sala de aula e apresentação das soluções para os problemas. Esses pontos compõem 20% da nota final. Isso gera motivação para que os alunos se ofereçam para resolver os problemas. (Em geral todos os alunos que apresentam recebem pontos, exceto quando fica óbvio que o aluno não tentou resolver ou quando simplesmente copiou a solução sem entendê-la e saber explicá-la. Os que não apresentam, ficam apenas com pontos de presença: a nota geral de participação vai caindo com o tempo se eles não fazem apresentações.)

Vantagens

Antes desse último semestre tinha dúvidas quanto a eficácia desse método, apesar dos comentários positivos dos alunos. No entanto, esse semestre comecei o curso de forma tradicional e, no meio do curso, voltei ao método discutido acima. As vantagens ficaram evidentes:

  • Os alunos ficaram muito mais engajados. Mesmo quando eles não estão apresentando uma solução, eles fazem perguntas. (Eles sabem que se não as fizerem, eu farei perguntas a eles.) Não há como ficar sentado na sala sem estar comprometido intelectualmente.
  • Fica evidente quando o aluno não entendeu ou simplesmente copiou a solução quando ele tenta explicar o problema na lousa. Isso aumenta a pressão para que o aluno entenda a solução e não apenas a copie da internet para uma folha de papel. Por causa do sistema de pontuação, os alunos tentam se revezar para apresentar os problemas.
  • Muitas vezes eu nem preciso entrar na discussão; os alunos mais experientes tomam a iniciativa e ajudam esclarecendo as dúvidas. A discussão fica mais dinâmica e interessante. Muitas vezes eles entendem as dúvidas dos colegas melhor do que o professor, pois eles passaram recentemente pelas mesmas dificuldades.
  • Como o material já foi visto em casa, a discussão na sala de aula pode versar sobre a relevância dos resultados e a essência do assunto. Os alunos também podem esclarecer as dúvidas que tiveram.
  • Os alunos desenvolvem a habilidade de apresentação. No começo, as apresentações são ruins, mas melhoram rapidamente com o tempo. Os alunos que já estiveram comigo em alguns cursos conseguem explicar os problemas e as soluções de forma bastante clara e efetiva. Essa é uma habilidade que vai ser importante na carreira profissional deles. É muito satisfatório ver a evolução das apresentações, que em alguns casos chegam até a superar as do professor.
  • O tempo que antes era desperdiçado corrigindo listas de exercício, que muitas vezes eram copiadas, pode agora ser dedicado a outras atividades, como por exemplo pensar em demonstrações ou discussões. Ainda me disponibilizo para verificar os problemas se o aluno tiver interesse, mas em geral as dificuldades são discutidas em aula.

Dificuldades

Com certeza quanto maior o número de alunos, mais difícil implementar essa estratégia. Mas acredito que seja possível continuar aperfeiçoando o método para encontrar formas de fazê-lo funcionar mesmo com grupos um pouco maiores. Para classes maiores, existem outros métodos tais como o Peer Instruction, popularizado por Eric Mazur da Harvard University (Mazur, 1997).

Outra dificuldade é com alunos que simplesmente necessitam de alguém para explicar o material – não desenvolveram ainda a capacidade de ler o livro e tentar entender o conteúdo. Talvez o sistema de aulas online possa ser útil nessa situação. No entanto, eu tentei gravar aulas usando screencast e vi que teria que me dedicar muito mais tempo para fazer algo decente. Por outro lado, talvez a estratégia do curso ajude a desenvolver essa capacidade de ler e compreender o conteúdo, ainda mais quando ajudado pelas discussões em sala de aula.

Conclusão

Nada é perfeito, mas continuo buscando alternativas para a aula tradicional. Se o número de alunos não é grande, a estratégia discutida acima tem se mostrado promissora, na minha experiência.

Não acompanho atentamente a literatura na área de educação científica para saber se existem estudos quanto à eficácia desse método em particular. Com certeza esse método não é novo e muitos educadores provavelmente já experimentaram alternativas ao método “tradicional”.

Nesse sentido, seria muito interessante saber dos leitores do “Ciência Prática”: Que outras estratégias vocês têm usado e qual sua experiência? Além de comentários, o “Ciência Prática” também está aberto para quem quiser contribuir com um artigo compartilhando suas dificuldades e descobertas na experiência didática.

Feedback dos alunos (atualização)

Recebi hoje a avaliação do curso pelos alunos.

Na questão “Was there anything about the instructor’s method that you particularly liked?”, encontrei as seguintes respostas:

Going up to the blackboard to show our work so we would understand it better.

The mix between lecture & problem solving.

Students working problems on the board is helpful.

Doing problems on the board.

Getting us involved, even if we didn’t want to at the time.

E na questão “What was there about the course that you particularly enjoyed?”, uma das respostas foi:

Assigning problems and having students solve them in class was surprisingly effective.

Além disso, na questão “What would you change to improve this course?”, um dos estudantes disse:

Have students solve homework on the board for the entire class.

Essas respostas confirmam minha impressão de que os alunos também aproveitam mais o curso quando os papéis são invertidos.

Um outro professor do departamento experimentou este formato no curso e comentou que, no final do semestre, os alunos estavam tão eficientes que a solução dos problemas já estava na lousa quando ele entrava na sala de aula. Acho que isso demonstra que o formato pode ser reproduzido facilmente.

Referências

Mazur, E. “Peer Instruction – A User’s Manual”, Prentice Hall: Jew Jersey, 1997.

Leia também:

Contribuiu para este artigo: Emico Okuno.

Sobre Eduardo Yukihara

Pesquisador | Professor | Autor
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12 respostas para Invertendo os papéis na sala de aula

  1. Maria Emilia Seren disse:

    Grande parte dos doutores e pós-doutores formados ingressam em carreiras docentes em instituições de ensino superior, todavia apenas uma minoria discute sobre “técnicas de ensino” em seu programa de pós-graduação. A maioria dos programas se preocupa apenas em formar pesquisadores e não educadores. Por isso, fiquei muito contente em ler sua matéria sobre métodos de ensinos alternativos às aulas tradicionais. Em especial achei muito importante seu depoimento sobre “feedback” dos alunos.
    Recentemente, estudei sobre duas metodologias de ensino também para pequenos grupos, que são amplamente utilizadas para ensino na área médica: PBL (Problem-Based-Learning, http://en.wikipedia.org/wiki/Problem-based_learning) e TBL (Team-Based-Learning, http://www.teambasedlearning.org/). São métodos ATIVOS de ensino, ou seja, o próprio aluno constrói seu conhecimento, e o professor atua mais como um coordenador/facilitador. Imagino que estes métodos também possam ser “adaptados” para área de exatas. Segundo a literatura, também promovem maior envolvimento do aluno na disciplina, mas precisam muita dedicação do professor (horas de trabalho fora da sala de aula) para montar o material de apoio, além de infra-estrutura (no caso do PBL).
    Agora sobre o ensino para grandes grupos, realidade de grande parte das salas de aulas no Brasil, a aula expositiva talvez ainda cumpra bem seu papel em transmitir conhecimento para uma “plateia heterogênea”, principalmente, quando o professor consegue adicionar recursos tecnológicos em sua apresentação para prender a atenção dos alunos. Todavia, lotar as salas de aulas com grupos de 100-150 alunos ainda é uma solução eficiente para formar alunos!?

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    • Maria Emilia: muito bom o seu comentário e sugestões. Eu já escutei um pouco sobre essas outras técnicas em um workshop que participei – acho que esses métodos são gerais e se aplicam para outras áreas, inclusive Física. Se você já experimentou algumas delas, seria interessante se você pudesse escrever um artigo contanto as suas impressões. Abraços!

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      • Maria Emilia Seren disse:

        Oi Eduardo! Eu tive uma experiência muito breve com o TBL, e depois fiz uma monografia sobre este mesmo assunto. Vou tentar escrever algo e lhe enviar! Abraços!

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  2. Thamiris Reina disse:

    Falando como discente, eu acredito muito em métodos inovadores como este. Atualmente e cada dia mais, a velocidade das coisas estão aumento no sentido de que as informações útil e fútil estão cada vez mais rápidas. Então enquanto os alunos estão na sala de aula, existe muita coisa acontecendo nos veículos online de notícia e nas redes sociais e a curiosidade faz com que eles estejam na sala de aula (até no trabalho isso acontece), mas pensando “lá fora”. O celular, netbook, ipad, ipod, iphone, smartphone e cia ltda tiram o foco do aluno seja o que for que estejam fazendo, o que dificulta mais. Então levar a atenção do aluno pra frente do professor (não o contrário como o método convencional) é uma ótima alternativa pra ganhar esse aluno, que vê uma rapidez tão eficiente na informação útil quanto a da fútil. Além dos maníacos digitais, existem os distraídos por natureza (mais o meu caso). Que perdem a atenção na sala de aula simplesmente por perderem e, em muitos casos, por sono excessivo.

    Parabéns pela iniciativa e acredito que seus alunos se sintam pessoas de sorte, por ter um professor interessado em fazê-los aprender e não só em repetir um conteúdo.
    Abraços!

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    • Thamiris, o seu comentário sobre o “celular, netbook, ipad”, etc. me chamou a atenção. De fato, percebi que os alunos estão acostumados com o “imediatismo” da informação e não tem paciência mais para aulas expositivas, distraídos com o celular. Parece que hoje tudo tem que ser interativo. Às vezes, quando faço uma pergunta, um deles puxa o celular e simplesmente busca a informação online. Nada de errado com isso. Ainda me lembro quanto tínhamos que buscar os livros com as fórmulas para as integrais – hoje tudo está ao alcance imediato. Mas não há como ignorar que isso muda a forma como os alunos interagem com a aula. Mais uma vez, obrigado pelos comentários.

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      • Thamiris Reina disse:

        Infelizmente, as pessoas perderam as proporções do uso da tecnologia. Tem um moço daqui que leciona num curso de tecnólogo ou técnico em radiologia, não lembro qual dos dois, mas quando ele faz uma afirmação (nem uma pergunta) o pessoal começa a procurar na internet pra ver se ele está certo. O pior de tudo é que, quando eles acham a afirmação diferente na internet, eles acham que o professor está errado, nunca a internet. Aí deixa de ser saudável. É óbvio que o professor não sabe tudo ou pode se enganar às vezes, mas nunca questionar o que lê na internet é, além de uma inocência muito grande, uma ignorância sem tamanho!
        Mais uma vez, obrigada pelos artigos!
        Abraços.

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  3. Ana Furtado disse:

    Sou estudante de doutorado e posso falar como dicente quando estou cumprindo as diciplinas e como docente quando estou no estágio a docência obrigatório. Hoje posso ver de dois modos o ensino em sala de aula, como aluno vejo a difculdade de professores prenderem a atenção dos alunos ou mostrar onde será usado na sua vida profissional o conteúdo da aula. Na época da graduação sofria muito com a disciplina de Química Geral, quando o professor lançava o conteúdo, de forma que os alunos iam engolindo sem ter qualquer opinião sobre o que estava sendo explicado, eu não via a hora de poder ir embora, pois nem amigos na sala de aula eu tinha por acreditar que somente eu nao sabia resolver os exercícios. Atualmente por uma coincidência faço estágio de docência em Química Geral e minha grande dificuldade está em elaborar uma aula para alunos que não conseguem acompanhar e para outros que gostam de química e querem saber além do conteúdo da aula. Infelizmente na pós-graduação somos preparados para ser pesquisadores e desenvolver didática fica em último plano.
    Ao ler esse texto, encontrei uma alternativa para as aulas futuras, fazer com que os alunos tenham contato previo com o conteúdo das aulas e resolvam as listas em sala e discutam os resultados, exterminando assim as “listas cópias” e fazendo com que os alunos que sabem mais se aproximem dos que apresentam dificuldade no conteúdo e assim teremos um grupo de estudo e uma relação mais próxima.
    Parabéns pelo texto e pelo trabalho desenvolvido em sua sala de aula.
    Ana Karine

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    • Ana, quando eu dei aula de Física Geral para classes grandes (240 alunos) usei bastante o método do Eric Mazur que eu mencionei no texto. Achei ele bastante interessante. Se as suas aulas são grandes, vale a pena checar o material dele, nem que seja para ter uma ideia das possibilidades existentes. Alguma coisa sempre acaba sendo incorporado na sala de aula. Continue em contato, para sabermos mais da sua experiência também. Essa é mais uma área em que eu tenho mais perguntas do que respostas…

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      • Ana Furtado disse:

        Olá, Eduardo! Muito obrigada pelo incentivo, vou adquirir o material do Eric Mazur, você tem alguma sugestão para iniciantes, rss… Pode deixar que vou compartilhar minhas próximas experiências em sala.

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      • Ana, o primeiro livro que me deram quando eu comecei a dar aula foi esse que é citado no artigo. Mas deve haver muita coisa online e artigos publicados em revistas de ensino. Infelizmente não tenho me informado, mas se você achar boas referências me escreva.

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  4. Marco disse:

    Parabéns pelo artigo! Também gosto de usar técnicas de aprendizado ativo nos meus cursos extensivos (nos condensados fica mais difícil, mas uso também). Contudo, acho que obtenho melhores resultados combinando métodos diferentes. Costumo usar estratégias diferentes em aulas diferentes, de acordo com o tema. Também ajusto os métodos de acordo com a turma, levando em conta fatores como heterogeneidade de formação, base em temas correlatos e habilidade de aprendizado.

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  5. Denise disse:

    Olá, Eduardo eu só li seu artigo agora, mas achei muito interessante. Sou engenheira e professora universitária e decidi fazer uma licenciatura para melhorar meus conhecimentos na área de educação. Acho importante continuar aprendendo novas técnicas para a sala de aula. Quando vi a chamada do artigo eu me interessei porque estou fazendo aula de didática e preciso de material para desenvolver um projeto. Fico cada vez mais empolgada quando vejo uma nova proposta para melhorar a forma como transmitimos o conhecimento. Obrigada por compartilhar suas experiências conosco.

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